Desde que sou mãe pela segunda vez que observo um fenómeno curioso. Exijo mais de mim do que antes. Roupa em dia, casa limpinha e organizada, escolas e rotinas organizadas e um bebé sempre satisfeito que choro faz doer a cabeça.
Estou louca não estou? Então obrigo-me a ter tudo controlado agora que somos mais?
Fruto disto sofro de exaustão crónica...porque ambiciono algo impossível com tanta gente numa casa, a perfeição :P
Agora, se conhecerem um bom remédio para esta pancada, agradeço.
Quem mais sofre de mania do controlo por aí?
Sim, por favor digam-me que não estou sozinha nesta parvoíce.
Boa noite !
Mostrar mensagens com a etiqueta bebé. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta bebé. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 6 de março de 2017
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
A ti que sabes tudo sobre maternidade
Cara mamã que sabe tudo sobre maternidade( todas conhecemos alguma, certo?), por vezes dou por mim a ser como tu, a saber exactamente tudo o que a outra mãe devia fazer, o que devia ser feito de outra forma, a achar que os meus conselhos são mais válidos que os das outras, afinal resultou com os nossos não é?
Confessem mães, todas somos um pouco esta mãe algumas vezes, todas em algum momento pensamos "Se fosse meu filho"
Ora bem, proponho um exercício, muito porreirinho porque ainda proporciona tempinho livre umas às outras. Cuidem do filho de alguém, uns minutos, uma fralda, um biberão, o que for... cuidem e verão que, isto se forem honestas e realmente quiserem o melhor para aquela criança, vão surgir mil dúvidas! MIL! E porquê?! Porque aquela criança não é o nosso filho, não é igual, não há igual. O que funciona num não funciona noutro, aliás, se for como a minha filha o que funciona numa semana não funciona na seguinte (Ahahaha sacana!)
Isto tudo para vos dizer que sejam mais compreensivas, vamos ouvir-nos sem ser em tom de crítica? Só nós entendemos verdadeiramente o que se sente nesta aventura, porque não sermos equipa em vez de juiz?
Vamos nessa?
Amor, espalhemos amor!
As mães sabem tudo, sabem sempre....mas nem sempre se lembram ;)
Confessem mães, todas somos um pouco esta mãe algumas vezes, todas em algum momento pensamos "Se fosse meu filho"
Ora bem, proponho um exercício, muito porreirinho porque ainda proporciona tempinho livre umas às outras. Cuidem do filho de alguém, uns minutos, uma fralda, um biberão, o que for... cuidem e verão que, isto se forem honestas e realmente quiserem o melhor para aquela criança, vão surgir mil dúvidas! MIL! E porquê?! Porque aquela criança não é o nosso filho, não é igual, não há igual. O que funciona num não funciona noutro, aliás, se for como a minha filha o que funciona numa semana não funciona na seguinte (Ahahaha sacana!)
Isto tudo para vos dizer que sejam mais compreensivas, vamos ouvir-nos sem ser em tom de crítica? Só nós entendemos verdadeiramente o que se sente nesta aventura, porque não sermos equipa em vez de juiz?
Vamos nessa?
Amor, espalhemos amor!
As mães sabem tudo, sabem sempre....mas nem sempre se lembram ;)
Etiquetas:
amigas,
amor,
bebé,
equipa,
felicidade,
maternidade
quarta-feira, 20 de julho de 2016
Andamos às cabeçadas!
Não, não é nenhum desporto novo cá em casa mas ultimamente a Carolina anda levada da breca!
Tem um gostinho especial em atirar-se para trás às gargalhadas quando está sentada. Passámos a ter outras rotinas, deixámos de brincar em cima da cama e os olhos estão sempre pregados na menina ao mesmo tempo que a avisamos "a Carolina assim cai e faz dói dói".
Há pouco não chegou, ela quis perceber o conceito desse tal dói dói e assim que a sentei no chão para brincar deu um impulso e atirou-se para trás, claro que o embate no chão não lhe pareceu tão divertido, chorou bastante mas parou com a brincadeira.
Acho que vou cobrir o chão da sala com aquele chão de espuma para os pequenotes, que acham?
Já tive um espaço assim para ela mas ela achava mais divertido tirar o chão todo ou fugir para onde não tivesse espuma.
Esta fase é muitoooo gira mas a menina é meio destravada, adora patetices, saltos, coisas tolas, puxar fios, comer cd's, rasgar revistas, muito mais speedada que o mano. É cansativo mas um óptimo sinal de vitalidade e bom desenvolvimento da pequenota. Além disso se eu pedi uma reguilita mimosa agora não posso reclamar pelo desejo concedido.
E os vossos, também fazem muitas malandrices? Quero saber tudo!
Tem um gostinho especial em atirar-se para trás às gargalhadas quando está sentada. Passámos a ter outras rotinas, deixámos de brincar em cima da cama e os olhos estão sempre pregados na menina ao mesmo tempo que a avisamos "a Carolina assim cai e faz dói dói".
Há pouco não chegou, ela quis perceber o conceito desse tal dói dói e assim que a sentei no chão para brincar deu um impulso e atirou-se para trás, claro que o embate no chão não lhe pareceu tão divertido, chorou bastante mas parou com a brincadeira.
Acho que vou cobrir o chão da sala com aquele chão de espuma para os pequenotes, que acham?
Já tive um espaço assim para ela mas ela achava mais divertido tirar o chão todo ou fugir para onde não tivesse espuma.
Esta fase é muitoooo gira mas a menina é meio destravada, adora patetices, saltos, coisas tolas, puxar fios, comer cd's, rasgar revistas, muito mais speedada que o mano. É cansativo mas um óptimo sinal de vitalidade e bom desenvolvimento da pequenota. Além disso se eu pedi uma reguilita mimosa agora não posso reclamar pelo desejo concedido.
E os vossos, também fazem muitas malandrices? Quero saber tudo!
A pestinha em arrumações, impossível conseguir fotos focadas
quinta-feira, 14 de julho de 2016
Manos
Hoje tirei estas fotos tão queridas dos meus mais que tudo e isso deixou-me a pensar em como tive medo que a Carolina viesse roubar coisas ao Rafael e no final se revelou que veio acrescentar. Amor, partilha, compreensão, responsabilidade e vida!
Tem 11 anos de diferença por isso o medo era grande, dividirão o quarto, piorrrr... Só que não, tem corrido tudo tão bem que até assusta. Sei que não será sempre assim mas estes momentos dão-me a força necessária para os que virão!
Qualquer dia mostro-vos a disposição do quarto partilhado.
O primeiro encontro
Qualquer dia mostro-vos a disposição do quarto partilhado.
terça-feira, 12 de julho de 2016
Bebés bolsadores
Quem nunca ouviu dizer " bebé bolsado, bebé criado" ?
Que grande treta digo eu! A Carochinha sofre de refluxo e só agora ao fim de quase 10 meses está a abrandar, até aos 3 meses então nem se dormia para a ouvir, engasgava-se com o leite. Criada já ela nasceu, com 3650g, escusava de bolsar tá?
Fizemos uma ecografia para ver se estava tudo bem e estava, apenas uma válvula mais imatura que faz a ligação estômago-esófago e deixa subir a comida do estômago para cima em vez de a manter por lá.
Fizemos uma ecografia para ver se estava tudo bem e estava, apenas uma válvula mais imatura que faz a ligação estômago-esófago e deixa subir a comida do estômago para cima em vez de a manter por lá.
Partilho aqui o que funcionava com a C., quem tiver mais truques é favor partilhar :)
- Não deixar ter muita fome: antecipar um pouquinho a refeição de forma a não ter o estômago cheio de ar e mandar tudo fora.
- Muita atenção a dar de mamar ou biberão para que a pega seja correcta e não engulam ar desnecessário.
- Depois de comer garantir que arrotam. A C. não era muito amiga de arrotar e as enfermeiras ensinaram o truque de lhe elevar o pescoço assim :

- Esperar pelo menos meia hora até a deitar com a bebé elevada.
- Cabeceira da cama elevada, colocava uma toalha de banho por baixo do colchão.
- Nada de movimentos bruscos e saltinhos, no meu caso até 2:30m depois de comer. Ao pegar ao colo muito cuidado para não comprimir o estômago do bebé contra mim.
- Na fase de virar de barriga para baixo e elevar o pescoço tentar evitar que o bebé o faça a seguir a comer (não facilita nada a aquisição de competências nesta fase) e, se o fizer, ter atenção que não bolsa e cai de cara lá dentro. (que bela imagem!!!)
- Muito cuidado ao levantar do trocador depois de mudar a fralda ou vestir porque geralmente tanto abanico terminava num belo jacto assim que se punha de pé. Levantar gentilmente sem pressionar contra nós.
- Nos dias em que estão presos ou com gases ter extra cuidado porque de certeza que será mais frequente ;)
- Se o bebé se engasgar com o refluxo e no caso de não resolver espontaneamente virar de cabeça para baixo foi o que sempre me recomendaram as enfermeiras e no hospital.
- Muittttaaaaaaa paciência, ainda mais calma e a certeza que vai melhorando gradualmente até passar.
- Ter na ideia o pensamento que o leite é chato mas o iogurte cheira pior :P
Muita calma nessa hora mães :)
sexta-feira, 8 de julho de 2016
Toca a fazer a mala!
Mamãs em progresso, essas malas estão prontas?
Das duas vezes que fui mamã optei por levar um trolley grande para o internamento e um saco mais pequeno (do género dos de bebé) com coisas para mim e para eles só para as primeiras horas.
Segue abaixo uma listinha genérica do que costuma ser solicitado nas maternidades. Atenção sempre que forem à urgência no final da gravidez ou que suspeitarem que chegou a hora levem a mala convosco bem como os vossos documentos e todos os exames realizados durante a gravidez. Isto facilita imenso o trabalho dos profissionais e evita que passem por exames desnecessários. Esta lista é do hospital de Vila Franca de Xira a que juntei os meus comentários de experiência pessoal:
Para a sala de partos:
Das duas vezes que fui mamã optei por levar um trolley grande para o internamento e um saco mais pequeno (do género dos de bebé) com coisas para mim e para eles só para as primeiras horas.
Segue abaixo uma listinha genérica do que costuma ser solicitado nas maternidades. Atenção sempre que forem à urgência no final da gravidez ou que suspeitarem que chegou a hora levem a mala convosco bem como os vossos documentos e todos os exames realizados durante a gravidez. Isto facilita imenso o trabalho dos profissionais e evita que passem por exames desnecessários. Esta lista é do hospital de Vila Franca de Xira a que juntei os meus comentários de experiência pessoal:
Para a sala de partos:
- a 1ª roupa do bebé (interior e exterior);
- um gorro;
- uma mantinha;
- duas ou três fraldas descartáveis;
- uma camisa de dormir para si; Aqui acrescento o soutien de amamentação, no meu caso em que cortaram as fitas à bata e estava muito exposta deu um jeitão! No caso de não terem ou não serem muito acessíveis os soutiens próprios, no meu caso era um misto de ser difícil arranjar o meu tamanho com o não querer gastar muito, aquelas faixas elásticas que se usam para tops sem alças funcionam muitoooooo bem na amamentação, super práticas e confortáveis.
- umas cuecas e uns chinelos de borracha;
- pensos higiénicos. Eu não experimentei mas ouvi dizer que cuecas descartáveis daquelas da incontinência são fantásticas nesta altura, adaptam-se perfeitamente e evitam aqueles pensos tamanho XXL sempre a mudar de lugar. Compram em qualquer hipermercado e há para todas as carteiras, ouvi falar por exemplo que as da marca Continente são muito boas.
- os seus produtos de higiene e não se esqueça do baton do cieiro.
Para o seu bebé:
- 4 conjuntos interiores de algodão com calça; se apertarem à frente são muito mais práticos, facilitam a limpeza do coto umbilical e a muda de roupa no caso daqueles cocós fujões.
- 4 babygrow e/ou conjuntinho de blusa e calças;
- Mantinha;
- 2 Gorros; Sinceramente o do bloco de partos chega perfeitamente, os quartos são geralmente quentes e volta e meia andam a mandar-nos "desembrulhar" os miúdos para não fazerem sauna. :)
- 4 fraldas de pano; Parece exagerado, 2 ou 3 porque podem ser bebés bolsadores como a Carochinha e para ajudar quando se levar para o carro no ovo (atenção: nunca tapar completamente o ovo com a fralda porque sem se aperceberem estão a elevar imenso a temperatura lá dentro para o bebé)
- Fraldas descartáveis; pelo menos 20, nunca se sabe se temos de ficar mais um diazito por causa da malfadada icterícia ou se haverá noites de fraldas consecutivas, com a Carochinha chegou a haver 6 cocós em 2 horas, ah mecónio mecónio... (mas sem stress, se acabarem na maternidade também vos darão algumas enquanto as visitas não resolvem o assunto)
- 2 toalhas de banho;
- Produtos de higiene da mesma marca (creme hidratante, gel banho); Sem cheiro de preferência.
- Pente ou escova;
- Toalhetes (sem perfume e álcool) e lima de papel.
- Acrescento a chucha para quem tiver decidido que a vai usar. Eu pessoalmente levei-a e ofereci só mesmo quando já se tinham esgotado as alternativas e até a enfermeira lhe vinha por uma tetina na boca.
- O creme do rabinho, mantém a pele hidratada e livre de agressões. A Carochinha deu-se muito bem com o Creme Zona da fralda 1 2 3 da Mustela, até hoje é o que usa.
- A roupinha para sair da maternidade! Pessoalmente valorizo o conforto e tenho em conta a idade do bebé por mais tentador que seja encher a criança de folhos e botões para apertar.
Para si:
- 3 camisas de dormir ou pijamas adequados à amamentação; Não me senti muito bem sempre de pijama e optei por leggings ainda de grávida e top, estava fresquinha, prática e pronta a receber as visitas
- 6 cuecas de algodão ou descartáveis; Ou as tais fraldas de incontinência fantásticas
- 2 soutiens de amamentação e discos absorventes; Adorei os discos absorventes da Chicco, estes, não se desfizeram ou colaram aos mamilos como na altura em que fui mãe do Rafael há 11 anos.
- Robe e chinelos de quarto;
- Toalha de banho, rosto e chinelos de duche;
- Pensos higiénicos; grandes, bem grandes
- Produtos de higiene. Não esquecer o creme para os mamilos, sempre me recomendaram o Purelan e realmente é fantástico, não só nos mamilos mas em todas as zonas extra-secas da pele e além disso este creme não vos obriga a lavar o peito sempre que tem de o oferecer ao bebé.
- Levem música, o tablet, um livro, algo que vos ajude a passar o tempo de internamento. O quarto tinha tv mas eu tinha tanto medo de acordar a Carochinha que nunca usei.
- Umas bolachinhas ou fruta para as noites intermináveis a cuidar do bebé sem direito a refeição até ao pequeno almoço
- Água!!!! Muita! Nem sempre está disponível, eu cheguei a beber da torneira do lavatório até chegarem reforços. A amamentar é muito importante!
- Saco para a roupa suja regressar a casa (podem ir despachando pelo papá)
- Roupa para sair da maternidade, escolham a roupa de que se vão lembrar para sempre, algo leve e confortável porque, não, a barriga ainda não vai estar no sitio e não queremos tornar este momento em algo aterrorizador a tentar meter banhinhas para dentro.
BOA SORTE!!
quinta-feira, 7 de julho de 2016
Um balanço e um pedido
Olá olá! (não se preocupem que não vou ler as cartas como a outra)
A pedido de uma boa amiga aqui estou eu de volta. Passados 9 meses há um balanço que se impõe.
Ora bem: nove meses, dois dentinhos, duas palavras e meia ( mamã, papá e nã nã), palminhas, beijinhos e adeus. As noites sem dormir mais que muitas, os dias menos bons felizmente contam-se pelos dedos de uma mão.
Com a chegada do bom tempo, esse sacana que mesmo assim nos dá com granizo na pinha, tem havido idas à praia, piqueniques na mata e visitas sem fim da e à família. Sempre com sorrisos e bons momentos. O mano já está de férias e agora os miminhos dão multiplicados, tão bom!!
Sendo que, depois do incentivo de hoje, tentarei escrever regularmente tenho um pedido para fazer a quem nos ler: vamos ser amigas(os) uns dos outros, ok? Tenho lido imensos blogues e fóruns de mamãs e por vezes somos muito mázinhas umas para as outras. Não é porque fazemos as coisas de formas diferentes que gostamos mais ou menos dos nossos filhos ou somos melhores ou piores pais, certo??
Assim, criticas construtivas são bem vindas, o "bota abaixo" por simples mau viver, aqui não!
Combinado? Vamos a isto?
Amanhã teremos a última sessão de fisioterapia da Carolina, pelo menos até andar e confesso que é um dia feliz para nós! Veremos a opinião da doutora na 2ª feira. Ela anda bem melhor, ainda entorta os pézinhos para fora mas a esperança é que, com o começar a andar, os músculos se fortaleçam naturalmente e ela corrija a postura sem ter de andar sempre no hospital. Não queria nada passar outro Inverno lá enfiada com medo de a ver adoecer. Correntinha positiva agradece-se.
Agora vou pensar em temas para rechear este nosso blog!
Beijinhos
Etiquetas:
9 meses,
amor,
bebé,
carochinha,
felicidade,
férias,
fisioterapia,
partilha,
praia
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Depois de 7 meses nesta viagem vamos falar de viagens!
Olá olá!
7 meses de Carochinha, já digo um "mamã" bem credível há um mês, já rebolo e como muito muito bem.
A sopinha com frango ou borrego é sempre um sucesso mas as outras também marcham ou não fosse eu um princesa gorduxinha de 9 quilos.
Mas o que me traz aqui hoje é contar-vos a nossa viagem à Ilha de S. Miguel em Fevereiro, a Carochinha ainda nem 5 meses tinha.
Fomos bem cedinho para o aeroporto e como não levávamos carrinho, erro monumental, a Carolina esteve sempre no marsúpio. Enquanto facilita muito os movimentos e permite a utilização das mãos, em bebés pesados pode ser muito cansativo para as costas.
No embarque as famílias com bebés tem prioridade o que facilita imenso a logística de arrumar a criançada e as dezenas de coisinhas que levamos quando viajamos com crianças.
A Carochinha viajou ao colinho da mãe presa com um cinto próprio que se passa por dentro do cinto da mãe. Dormiu a viagem toda pelo que foi muito descansado. O truque de dar o leitinho antes da viagem resulta, vão sem fome e prontinhos para uma sestinha.
O mano já tem 11 anos por isso comportou-se muito bem na viagem, distraído com os seus livros.
Na viagem de regresso pela SATA o bebé teve direito a uma mantinha e uma almofada que me servia de apoio para o braço e tornou a viagem com ela a dormir nos braços muito mais confortável. Considerei o serviço da Sata muito mais atencioso no geral e mais baby friendly que o da TAP.
Já nos Açores tratámos de comprar um carrinho básico que permitisse reclinar para as sestinhas e passear com a bebé sem ganhar uma marreca.
Carro alugado, ovo alugado, alojamento em apartamento em vez de hotel e estávamos prontos para aproveitar!
O alojamento em apartamento torna tudo mais fácil com miúdos, o facto de poder cozinhar permite gerir muito melhor tanto as finanças como o tempo, se estão muito cansados regressamos e fazemos o jantar confortávelmente em casinha. Adorámos ficar na Quinta de Santana e de facto pareceu casa longe de casa.
O carro alugado facilita tudo, dominamos as horas, levamos o que queremos e as sestinhas da bebé também foram mais confortáveis.
Viajando com crianças temos de ser flexíveis, de nada serve um plano à prova de bala se depois estão exaustos, com birra e ninguém consegue desfrutar.
A ilha tem imenso que ver, todo o cenário é belo, a paz respira-se em todo o lado. Para nós a Lagoa do Fogo e das Sete Cidades foram os pontos favoritos mas o Parque Terra Nostra não tem competição. Ficou a vontade de um regresso para passar lá um dia inteirinho.
Escolhemos viajar bem cedo no 1º dia, uma sexta feira porque aliávamos o facto de a menina dormir na viagem à vantagem de chegar cedo, 10:45, e ainda ter esse dia para aproveitar. No domingo viajámos às 21:25 o que mais uma vez nos permitiu ter o dia todo por nossa conta e juntar o soninho da bebé à viagem.
Comemos sempre muito bem mas o 1º almoço, no restaurante Associação Agricola de São Miguel foi fabuloso, memorável mesmo!
O facto da Carochinha ser tão pequenina não atrapalhou nada e tê-la ali foi muito bom!
De manhã além dos snacks para todos fazia a malinha dela com fraldas, toalhitas, mudas de roupa (muitas por causa das bolçadelas e cocós líquidos) e um termo com água quente e doses de leitinho na caixinha doseadora. Toda a logística de cuidar dela era geralmente feita no carro nalguma das nossas paragens, geralmente em miradouros com vistas fabulosas, assim sendo, a baby C. foi a que comeu nos restaurantes mais chiques!
O facto de ter comprado carrinho facilitou também o regresso para o aeroporto. Durante a espera a bebé esteve sempre confortável em vez de a saltar de colo em colo e o carrinho vai até às escadas do avião, depois é arrumado e devolvido na chegada também logo ao descer do avião. Muito prático!
Se tem dúvidas em viajar com bebés, que também depende muito do tipo de bebé, recomendo que o façam. Se o vosso coração se inclina para aí, façam-no. Vale muito a pena e torna a experiência mais completa pois o nosso pensamento e coração está sempre lá.
Foi fantástico!
7 meses de Carochinha, já digo um "mamã" bem credível há um mês, já rebolo e como muito muito bem.
A sopinha com frango ou borrego é sempre um sucesso mas as outras também marcham ou não fosse eu um princesa gorduxinha de 9 quilos.
Mas o que me traz aqui hoje é contar-vos a nossa viagem à Ilha de S. Miguel em Fevereiro, a Carochinha ainda nem 5 meses tinha.
Fomos bem cedinho para o aeroporto e como não levávamos carrinho, erro monumental, a Carolina esteve sempre no marsúpio. Enquanto facilita muito os movimentos e permite a utilização das mãos, em bebés pesados pode ser muito cansativo para as costas.
No embarque as famílias com bebés tem prioridade o que facilita imenso a logística de arrumar a criançada e as dezenas de coisinhas que levamos quando viajamos com crianças.
A Carochinha viajou ao colinho da mãe presa com um cinto próprio que se passa por dentro do cinto da mãe. Dormiu a viagem toda pelo que foi muito descansado. O truque de dar o leitinho antes da viagem resulta, vão sem fome e prontinhos para uma sestinha.
O mano já tem 11 anos por isso comportou-se muito bem na viagem, distraído com os seus livros.
Na viagem de regresso pela SATA o bebé teve direito a uma mantinha e uma almofada que me servia de apoio para o braço e tornou a viagem com ela a dormir nos braços muito mais confortável. Considerei o serviço da Sata muito mais atencioso no geral e mais baby friendly que o da TAP.
Já nos Açores tratámos de comprar um carrinho básico que permitisse reclinar para as sestinhas e passear com a bebé sem ganhar uma marreca.
Carro alugado, ovo alugado, alojamento em apartamento em vez de hotel e estávamos prontos para aproveitar!
O alojamento em apartamento torna tudo mais fácil com miúdos, o facto de poder cozinhar permite gerir muito melhor tanto as finanças como o tempo, se estão muito cansados regressamos e fazemos o jantar confortávelmente em casinha. Adorámos ficar na Quinta de Santana e de facto pareceu casa longe de casa.
O carro alugado facilita tudo, dominamos as horas, levamos o que queremos e as sestinhas da bebé também foram mais confortáveis.
Viajando com crianças temos de ser flexíveis, de nada serve um plano à prova de bala se depois estão exaustos, com birra e ninguém consegue desfrutar.
A ilha tem imenso que ver, todo o cenário é belo, a paz respira-se em todo o lado. Para nós a Lagoa do Fogo e das Sete Cidades foram os pontos favoritos mas o Parque Terra Nostra não tem competição. Ficou a vontade de um regresso para passar lá um dia inteirinho.
Escolhemos viajar bem cedo no 1º dia, uma sexta feira porque aliávamos o facto de a menina dormir na viagem à vantagem de chegar cedo, 10:45, e ainda ter esse dia para aproveitar. No domingo viajámos às 21:25 o que mais uma vez nos permitiu ter o dia todo por nossa conta e juntar o soninho da bebé à viagem.
Comemos sempre muito bem mas o 1º almoço, no restaurante Associação Agricola de São Miguel foi fabuloso, memorável mesmo!
O facto da Carochinha ser tão pequenina não atrapalhou nada e tê-la ali foi muito bom!
De manhã além dos snacks para todos fazia a malinha dela com fraldas, toalhitas, mudas de roupa (muitas por causa das bolçadelas e cocós líquidos) e um termo com água quente e doses de leitinho na caixinha doseadora. Toda a logística de cuidar dela era geralmente feita no carro nalguma das nossas paragens, geralmente em miradouros com vistas fabulosas, assim sendo, a baby C. foi a que comeu nos restaurantes mais chiques!
O facto de ter comprado carrinho facilitou também o regresso para o aeroporto. Durante a espera a bebé esteve sempre confortável em vez de a saltar de colo em colo e o carrinho vai até às escadas do avião, depois é arrumado e devolvido na chegada também logo ao descer do avião. Muito prático!
Se tem dúvidas em viajar com bebés, que também depende muito do tipo de bebé, recomendo que o façam. Se o vosso coração se inclina para aí, façam-no. Vale muito a pena e torna a experiência mais completa pois o nosso pensamento e coração está sempre lá.
Foi fantástico!
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
A Carochinha vai nascer : o parto
Ao fim de quase 41 semanas eu estava desejosa de ver a minha menina e de me livrar de todos os incómodos da gravidez.
Como a piolha não se decidia, na consulta do hospital informaram-me que teria de ser induzida. Ficou combinado que regressaria ao fim de jantar para me internarem e iniciar a indução logo pela manhã.
Assim que saí informei solenemente ao meu marido que necessitava de um hamburguer daqueles daquela cadeia bemmmmm saudável! Como não se recusa nada a uma grávida à beira de um ataque de nervos, lá fomos.
Passei a tarde a preparar tudo, ver os últimos detalhes, repetir indicações ao marido sobre as necessidades do nosso filho mais velho (porque as mães tem aquela noção exagerada de que o mundo para sem elas) e a colar stickers no quartinho da bebé, e do mano, porque é partilhado.
Chegada a hora dirigi-me ao hospital, preenchi todos os questionários necessários e fui levada ao meu quartinho. Ótimas condições, digno de hotel. Nessa noite inseriram-me um catéter, deram-me indicações sobre o que viria no dia seguinte e pronto, dormir! Dormir o caneco, quem dorme sabendo que tudo vai mudar a seguir? Foi uma noite imensa!
Pela manhã bem cedo vieram ter comigo, dar indicações, tomei duche e iniciámos a indução, comprimido vaginal e esperar.
As contrações já se faziam sentir desde o momento do internamento na véspera, mas evolução nada.
Passei o dia às voltinhas no quarto, não saí porque estava quase sempre presa ao CTG, o meu marido passou o tempo possível comigo, foi buscar o filho à escola, regressou, e às 20h partiu como era obrigado deixando-me em prantos porque sozinha tudo era mais difícil. Já tinha imensas contrações e dores mas nada de dilatação, não houve ajudinhas nem analgesias, só imensos toques, concursos de quem provocava o quê.
Cerca das 20:30 regressam, desta vez a obstetra, diz que se ela e o colega que me fez o toque anterior não conseguiam provocar, ninguém conseguia, fez novo todo extremamente doloroso, mandou colocar meio comprimido em vez de 1/4 e foi embora despedindo-se e dizendo para gozar a última noite de paz uma vez que estava muito atrasada e o bloco estava uma confusão.
Fiquei entregue às dores e ao sangramento até que entrou outro turno e uma enfermeira que me ouviu, fez novo toque e percebeu que estava a evoluir muito rápido, de 2 a 8 dedos de dilatação em 1 hora.
Disse que não podia dar-me nada ali mas ia insistir porque eu tinha de ir para o bloco. Ao fim de uns quantos telefonemas oiço-a gritar que ou arranjavam bloco ou o parto seria mesmo no quarto. Descemos a correr de cadeira de rodas e eu dizia que "queria desligar" e ia ficando apática, a enfermeira e auxiliar foram uns amores sempre a falar e fazer-me rir, a puxar por mim e manter-me deste lado enquanto procuravam onde me meter.
Eu estava completamente aflita de dor, uma dor como nunca senti e também não tive anestesias no primeiro parto. Depois vim a saber que se devia ao bebé estar em posição posterior e a fazer pressão nas costas em vez de querer sair.
Gritei, gritei imenso, só gritar aliviava.
Assim que entro no bloco a enfermeira especialista olha para mim e diz "Está a gritar porquê? Está a ser induzida desde manhã, havia de ser 3 dias como eu para ver". Pronto, começámos bem, continuei a gritar mas entrei em pânico, deixei de controlar os movimentos e de me concentrar no que diziam. Efetivamente tudo o que precisava naquele momento era um sermão.
Arranquei o catéter no meio do pânico e apesar de a anestesista e a obstetra terem sido chamadas não havia como me espetar uma agulha naquele momento.
O papá foi chamado pois aquela hora não podia lá estar, apesar disso a bebé nasceu em 10 minutinhos e ele já só chegou a tempo de cortar o cordão. Foram os piores 10 minutos da minha vida, não deu para nada, nem para episiotomia pelo que houve várias lacerações.
De todos os que amei naquele hospital, havia de encontrar uma besta no meu parto. Não foi nada do que imaginei, nem do que me "venderam" quando fui à visita à maternidade.
A Carolina nasceu linda linda às 1:55 e tudo me pareceu melhor! Por volta das 5 vieram vê-la e ao despi-la para lhe trocarem a fralda eu olho (não me podia levantar ainda) e vejo o pézinho completamente de lado. Perguntei " A minha menina tem um problema no pézinho?", respondem que sim mas não diziam nada porque queriam ver se havia algo em relatório ( ????!!!!!), estavam a defender-se em vez de falar comigo como um ser humano, uma mãe preocupada e assustada.
Chamaram uma fisioterapeuta que me explicou que se devia à posição que ela adquiriu no útero mas que tudo voltaria ao normal porque tinha mobilidade. Suspirei de alívio. A condição chama-se calcaneo valgus e é bastante comum.
Neste momento eu já só pensava em fugir daquele hospital com a minha filha!
Fiquei internada no bloco 12 horas no escuro e com enorme barulho porque não havia quartos de internamento disponíveis. Nem eu nem a minha filha tínhamos nada nosso e ninguém nos orientava ou respondia quando chamava.
Finalmente subi e tive um quarto só para mim. Ficámos internadas 3 dias porque a Carolina apresentou icterícia que entretanto regrediu sem tratamento (bebés à janela mães, bebés à janela!!) e no ultimo dia a minha tensão estava tão disparatada que já não me queriam deixar sair a mim.
Uma aventura, com altos e baixos mas um final feliz!
A minha bolachinha acabada de nascer :
Carochinha : nasce um novo blog
Neste blog vou falar abertamente sobre esta nova fase da minha vida.
Aos 33 anos, com um filho de 10 anos, fui novamente mãe há menos de 2 meses.
Uma nova aventura, uma nova viagem, novas certezas e novos medos.
Este será um espaço de partilha desta nova experiência de maternidade, do que aprendi com o primeiro filho e estou a aprender com a Carochinha C.
Vou partilhar dúvidas, pedir opiniões também por isso conto convosco!
Sintam-se à vontade, a casa é vossa (só não desarrumem que neste momento o tempo é escasso )
sábado, 14 de novembro de 2015
O início: a Carochinha vem a caminho!
A Carochinha foi uma bebé muito ansiada mas, por diversos motivos, já não era esperada. Após anos a tentar sem sucesso e com a diferença de idades para o mano R. a acentuar-se, começava a ser uma ideia menos presente. Confesso que me conformei com ficar apenas com um filhote apesar de eu mesma ter odiado ser filha única.
A chegada de um bebé teria de ser bem planeada pois como sou doente bipolar, doença que abordaremos noutro post, teria de cessar a medicação, reforçar o acido fólico e ter muito juizinho antes de pensar em começar a tentar. Pois bem, fiz isso tudo antes, antes quando planeei, quando tentei e exasperei.
Em Janeiro, para minha surpresa, os enjoos e fraquezas que sentia e associava a uma gripe afinal revelaram ser um bebé.
Fiz o teste a contragosto porque já me achava "imune" à gravidez. Fiz o teste quando uma colega perguntou "olha lá, não estares grávida?" após mais uma quebra de açucares ao final do dia. Nesse dia o teste deu negativo. Sorri e disse "Tás a ver??".
Dois dias depois, muitas dores no peito, mais dois dias "choques" ao fazer movimentos como levantar-me mais depressa - "Oi, que eu só senti isto quando estava grávida! Não pode ser. E era, fiz um teste....ia deitar fora quando a risquinha apareceu. "Nahhhhhhhh, isto caiu ao chão e deve ser por isso, a risquinha é tão clara!". Segundo teste, risquinha, "opáaaaa".
Nesse momento confesso que o que senti foi um misto de alegria por um desejo realizado mas muito muito medo! Medo por este bebé estar a tomar a minha medicação, por todos os efeitos que isso poderia ter nele, por o risco de problemas graves e aborto ser elevado. MEDO, enorme, GIGANTE!
A partir deste dia começou um acompanhamento intenso que se prolongou toda a gravidez no Hospital De Cascais. Falarei em breve da minha gravidez de risco e tudo o que isso implicou.
Para já ficam com este relato de como duas risquinhas vieram mudar a minha vida!
Até breve!
A chegada de um bebé teria de ser bem planeada pois como sou doente bipolar, doença que abordaremos noutro post, teria de cessar a medicação, reforçar o acido fólico e ter muito juizinho antes de pensar em começar a tentar. Pois bem, fiz isso tudo antes, antes quando planeei, quando tentei e exasperei.
Em Janeiro, para minha surpresa, os enjoos e fraquezas que sentia e associava a uma gripe afinal revelaram ser um bebé.
Fiz o teste a contragosto porque já me achava "imune" à gravidez. Fiz o teste quando uma colega perguntou "olha lá, não estares grávida?" após mais uma quebra de açucares ao final do dia. Nesse dia o teste deu negativo. Sorri e disse "Tás a ver??".
Dois dias depois, muitas dores no peito, mais dois dias "choques" ao fazer movimentos como levantar-me mais depressa - "Oi, que eu só senti isto quando estava grávida! Não pode ser. E era, fiz um teste....ia deitar fora quando a risquinha apareceu. "Nahhhhhhhh, isto caiu ao chão e deve ser por isso, a risquinha é tão clara!". Segundo teste, risquinha, "opáaaaa".
Nesse momento confesso que o que senti foi um misto de alegria por um desejo realizado mas muito muito medo! Medo por este bebé estar a tomar a minha medicação, por todos os efeitos que isso poderia ter nele, por o risco de problemas graves e aborto ser elevado. MEDO, enorme, GIGANTE!
A partir deste dia começou um acompanhamento intenso que se prolongou toda a gravidez no Hospital De Cascais. Falarei em breve da minha gravidez de risco e tudo o que isso implicou.
Para já ficam com este relato de como duas risquinhas vieram mudar a minha vida!
Até breve!
Etiquetas:
bebé,
bipolar,
carochinha,
gravidez,
sintomas
Subscrever:
Mensagens (Atom)








