Olá olá!
7 meses de Carochinha, já digo um "mamã" bem credível há um mês, já rebolo e como muito muito bem.
A sopinha com frango ou borrego é sempre um sucesso mas as outras também marcham ou não fosse eu um princesa gorduxinha de 9 quilos.
Mas o que me traz aqui hoje é contar-vos a nossa viagem à Ilha de S. Miguel em Fevereiro, a Carochinha ainda nem 5 meses tinha.
Fomos bem cedinho para o aeroporto e como não levávamos carrinho, erro monumental, a Carolina esteve sempre no marsúpio. Enquanto facilita muito os movimentos e permite a utilização das mãos, em bebés pesados pode ser muito cansativo para as costas.
No embarque as famílias com bebés tem prioridade o que facilita imenso a logística de arrumar a criançada e as dezenas de coisinhas que levamos quando viajamos com crianças.
A Carochinha viajou ao colinho da mãe presa com um cinto próprio que se passa por dentro do cinto da mãe. Dormiu a viagem toda pelo que foi muito descansado. O truque de dar o leitinho antes da viagem resulta, vão sem fome e prontinhos para uma sestinha.
O mano já tem 11 anos por isso comportou-se muito bem na viagem, distraído com os seus livros.
Na viagem de regresso pela SATA o bebé teve direito a uma mantinha e uma almofada que me servia de apoio para o braço e tornou a viagem com ela a dormir nos braços muito mais confortável. Considerei o serviço da Sata muito mais atencioso no geral e mais baby friendly que o da TAP.
Já nos Açores tratámos de comprar um carrinho básico que permitisse reclinar para as sestinhas e passear com a bebé sem ganhar uma marreca.
Carro alugado, ovo alugado, alojamento em apartamento em vez de hotel e estávamos prontos para aproveitar!
O alojamento em apartamento torna tudo mais fácil com miúdos, o facto de poder cozinhar permite gerir muito melhor tanto as finanças como o tempo, se estão muito cansados regressamos e fazemos o jantar confortávelmente em casinha. Adorámos ficar na Quinta de Santana e de facto pareceu casa longe de casa.
O carro alugado facilita tudo, dominamos as horas, levamos o que queremos e as sestinhas da bebé também foram mais confortáveis.
Viajando com crianças temos de ser flexíveis, de nada serve um plano à prova de bala se depois estão exaustos, com birra e ninguém consegue desfrutar.
A ilha tem imenso que ver, todo o cenário é belo, a paz respira-se em todo o lado. Para nós a Lagoa do Fogo e das Sete Cidades foram os pontos favoritos mas o Parque Terra Nostra não tem competição. Ficou a vontade de um regresso para passar lá um dia inteirinho.
Escolhemos viajar bem cedo no 1º dia, uma sexta feira porque aliávamos o facto de a menina dormir na viagem à vantagem de chegar cedo, 10:45, e ainda ter esse dia para aproveitar. No domingo viajámos às 21:25 o que mais uma vez nos permitiu ter o dia todo por nossa conta e juntar o soninho da bebé à viagem.
Comemos sempre muito bem mas o 1º almoço, no restaurante Associação Agricola de São Miguel foi fabuloso, memorável mesmo!
O facto da Carochinha ser tão pequenina não atrapalhou nada e tê-la ali foi muito bom!
De manhã além dos snacks para todos fazia a malinha dela com fraldas, toalhitas, mudas de roupa (muitas por causa das bolçadelas e cocós líquidos) e um termo com água quente e doses de leitinho na caixinha doseadora. Toda a logística de cuidar dela era geralmente feita no carro nalguma das nossas paragens, geralmente em miradouros com vistas fabulosas, assim sendo, a baby C. foi a que comeu nos restaurantes mais chiques!
O facto de ter comprado carrinho facilitou também o regresso para o aeroporto. Durante a espera a bebé esteve sempre confortável em vez de a saltar de colo em colo e o carrinho vai até às escadas do avião, depois é arrumado e devolvido na chegada também logo ao descer do avião. Muito prático!
Se tem dúvidas em viajar com bebés, que também depende muito do tipo de bebé, recomendo que o façam. Se o vosso coração se inclina para aí, façam-no. Vale muito a pena e torna a experiência mais completa pois o nosso pensamento e coração está sempre lá.
Foi fantástico!